01/07/2026

Principais doenças do sorgo no Brasil e estratégias de manejo no campo

A cultura do sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) destaca-se na agricultura brasileira, sobretudo na região do Cerrado. Nos últimos cinco anos, a área plantada passou de 864,6 mil para 1,632 milhão de hectares, segundo dados da Conab, representando um crescimento de 52,9%. Esse avanço é impulsionado pela expansão das usinas de etanol à base de milho e outros cereais - atualmente são 27 unidades em operação, com projeção de chegar a 33 até o final de 2026 (Unem, 2026) - e pela reabertura do mercado chinês para exportação.

Em novembro de 2025, a China habilitou dez estabelecimentos brasileiros, viabilizando os primeiros embarques em janeiro de 2026. Esse movimento elevou a liquidez e a previsibilidade do cereal, reduzindo riscos para o produtor e incentivando a expansão da cultura de forma sustentável.

Contudo, o crescimento acelerado da área, aliado à intensificação dos sistemas produtivos e à maior frequência de cultivo, favorece a ocorrência de doenças, o que pode comprometer tanto a produtividade quanto a qualidade dos grãos.

Neste contexto, este artigo revisa as principais doenças do sorgo no Brasil, com foco em etiologia, sintomas, epidemiologia e estratégias de manejo integrado, com o objetivo de subsidiar sistemas de produção mais resilientes e sustentáveis.

Doenças foliares

As doenças foliares representam uma das principais limitações fitossanitárias à expansão da cultura do sorgo no Brasil, especialmente em sistemas intensivos de safrinha no Cerrado. Nessas condições, a combinação de alta umidade e temperaturas entre 25 °C e 30 °C favorece a ocorrência de epidemias.

1. Antracnose (Colletotrichum sublineolum)

Trata-se da doença foliar mais importante e destrutiva do sorgo no Brasil, estando presente em todas as regiões produtoras do Cerrado.

Etiologia

Causada pelo fungo hemibiotrófico Colletotrichum sublineolum (teleomorfo Glomerella graminicola), que sobrevive como micélio, conídios e microescleródios em restos culturais na superfície do solo por até 18 meses. O inóculo primário também pode ter origem em sementes infectadas e em hospedeiros alternativos, como Sorghum halepense, Sorghum arundinaceum e Sorghum sudanense.

Sintomas

As lesões iniciais são elípticas ou circulares, com cerca de 5 mm de diâmetro, apresentando centro necrótico de coloração palha e bordas avermelhadas a púrpuras. Sob condições de alta umidade, ocorre coalescência das lesões, formação de acérvulos escuros no centro e evolução para necrose foliar generalizada.

A doença pode progredir para podridão do colmo, queima da panícula e dos grãos, podendo causar seca precoce em cultivares suscetíveis.

Foto 1 - Folhas de sorgo acometidas por antracnose | Fotos: Élcio Alves (A) e Vinícius Alencar (B).

Epidemiologia

A doença é favorecida por temperaturas amenas, próximas a 25 °C, associadas a alta umidade relativa, elevada precipitação e períodos prolongados de molhamento foliar (≥ 24 h), com aumento da severidade conforme a duração desse molhamento. O desenvolvimento é limitado em temperaturas inferiores a 15 °C e superiores a 30 °C.

A penetração do patógeno ocorre de forma direta, via apressório, com fase biotrófica inicial de aproximadamente 24 horas, seguida pela fase necrotrófica. A disseminação ocorre principalmente por respingos de chuva (até 1 m) e pelo vento, com maior risco a partir de 30 a 40 DAE ou durante o enchimento de grãos.

Manejo

Em cultivares suscetíveis, as perdas podem superar 80% na produção de grãos (Casela et al., 2013). O controle químico é complementar, sendo a resistência genética a principal estratégia de manejo. No entanto, essa estratégia deve ser associada a outras práticas, devido à alta variabilidade do patógeno, com registro de 5 a 7 raças no Brasil.

Além da escolha de cultivares com boa tolerância, recomenda-se a eliminação de plantas hospedeiras desde a cultura antecessora, como a soja, seguida de adequada dessecação pré-plantio. O uso de herbicidas como S-metolacloro em pré-emergência contribui para o manejo de plantas daninhas hospedeiras.

Também é indicado o uso de tratamento de sementes, visando proteger a plântula contra inóculos iniciais presentes no solo, além da aplicação de fungicidas (triazóis + estrobilurinas) em momentos estratégicos. O monitoramento deve ser iniciado a partir dos 40 DAE.

2. Helmintosporiose (Exserohilum turcicum)

Doença foliar importante no sorgo brasileiro, especialmente em safrinhas das regiões Centro-Oeste e Sudeste, onde condições de orvalho intenso e temperaturas amenas favorecem a ocorrência de epidemias.

Etiologia

Causada pelo fungo Exserohilum turcicum, um patógeno necrotrófico. Sobrevive como micélio e conídios em restos culturais na superfície do solo, que constituem a principal fonte de inóculo primário. Hospedeiros alternativos incluem o milho e gramíneas silvestres.

Sintomas

As lesões iniciais surgem, em geral, nas folhas mais velhas, sendo alongadas e elípticas, com comprimento variando de 3 a 15 cm. Apresentam-se paralelas às nervuras, com centro necrótico de coloração cinza-palha a marrom-claro e bordas púrpura-avermelhadas, podendo também apresentar tonalidades acinzentadas ou amareladas.

Sob condições favoráveis, as lesões coalescem rapidamente, resultando em necrose extensa, seca precoce das folhas, que se tornam quebradiças, e redução significativa da área foliar fotossinteticamente ativa.

Foto 2 - Lesões de helmintosporiose (turcicum) em sorgo | Foto: Vinícius Alencar.

Epidemiologia

A doença é favorecida por temperaturas moderadas, entre 20 °C e 30 °C, associadas a alta umidade relativa do ar (>70%) e períodos prolongados de orvalho noturno ou molhamento foliar (≥12 a 24 h).

A penetração ocorre via estômatos ou diretamente, e a disseminação se dá principalmente por conídios transportados pelo vento e por respingos de chuva. A incidência tem aumentado no Brasil em função da expansão da área cultivada com sorgo, especialmente em sistemas de rotação soja-milho/sorgo.

Manejo

Em cultivares suscetíveis, as perdas podem superar 50% quando a infecção ocorre antes da emissão da panícula (Embrapa, 2007). A principal estratégia de manejo é a utilização de híbridos com boa tolerância genética, associada ao controle químico complementar com fungicidas (triazóis + estrobilurinas).

Recomenda-se a realização de uma a duas aplicações a partir dos 45 DAE, conforme a pressão da doença e as condições ambientais.

3. Ferrugem (Puccinia purpurea)

Doença foliar comum e importante na cultura do sorgo no Brasil, estando distribuída em todas as regiões produtoras, com maior severidade após o florescimento.

Etiologia

Causada pelo fungo parasita obrigatório Puccinia purpurea. O patógeno sobrevive em hospedeiros vivos, como Sorghum halepense e Sorghum verticilliflorum, ou em plantas remanescentes no campo, não persistindo em restos culturais no solo.

Sintomas

Caracteriza-se pela formação de pústulas pequenas, com até 3 mm de diâmetro, de coloração castanho-avermelhada a ferruginosa, distribuídas nas faces inferior e superior das folhas, inicialmente nas folhas basais.

Foto 3 - Pústulas de ferrugem (P. purpurea) em sorgo | Foto: Divulgação.

Em híbridos suscetíveis, essas pústulas podem coalescer, resultando em necrose foliar e redução da área fotossinteticamente ativa.

Epidemiologia

A doença é favorecida por temperaturas amenas, entre 20 °C e 30 °C, associadas a alta umidade relativa (>80%), ocorrência de orvalho e chuvas finas. A disseminação ocorre principalmente pelo vento e por respingos de chuva.

Seu maior impacto é observado em cultivares suscetíveis após o florescimento, fase em que a infecção pode comprometer significativamente a manutenção da área foliar funcional.

Manejo

Por se tratar de uma doença de progressão rápida, o monitoramento deve ser intensificado principalmente após a emissão da panícula.

O controle químico com fungicidas pode ser eficaz, especialmente quando realizado preventivamente ou no início dos sintomas. No entanto, a principal ferramenta de manejo continua sendo a utilização de híbridos com maior tolerância genética à doença.

Doenças de grãos e panícula 

As doenças de panícula e grãos representam importantes limitações à produtividade do sorgo no Brasil, especialmente em sistemas intensivos de produção. Nessas condições, o florescimento prolongado, a elevada umidade relativa do ar e as temperaturas amenas favorecem a ocorrência de infecções nos órgãos reprodutivos (Casela et al., 2009).

Entre essas doenças, o ergot, também conhecido como doença-açucarada, destaca-se como uma das mais importantes e destrutivas da cultura. Introduzida no Brasil em 1995, a doença disseminou-se rapidamente por todas as regiões produtoras do país (Reis et al., 2005).

4. Ergot ou doença-açucarada (Claviceps africana)

Etiologia

Causada pelo fungo Claviceps africana. O patógeno infecta exclusivamente ovários não fertilizados durante a antese. Sobrevive na forma de escleródios presentes no solo, em sementes contaminadas - na forma de escleródios ou honeydew seco - e em hospedeiros alternativos, como Sorghum halepense, Brachiaria spp. e Panicum maximum.

Sintomas

A infecção se inicia durante a antese, caracterizando-se pela exsudação de uma substância pegajosa (honeydew), com coloração rosada a castanha, proveniente dos ovários infectados. Posteriormente, ocorre a formação de escleródios que substituem os grãos, formando estruturas endurecidas, alongadas e de coloração preta a acinzentada.

A panícula adquire aspecto “melado” ou recoberto por substância açucarada. Além disso, grãos sadios adjacentes podem ser contaminados por fungos saprófitas.

Foto 4 - Panícula infectada por Claviceps africana (ergot) | Foto: Vinícius Alencar.

Epidemiologia

A doença é favorecida por temperaturas amenas, entre 14 °C e 18 °C, associadas a alta umidade relativa do ar (76-84%) durante a antese, condição que prolonga a exposição dos ovários não fertilizados ao patógeno.

A disseminação ocorre por conídios presentes no honeydew, transportados por respingos de chuva, vento e insetos, além da disseminação de escleródios via sementes contaminadas e restos culturais. O maior risco ocorre quando o florescimento coincide com períodos de frio noturno ou elevada umidade, favorecendo rápida disseminação da doença.

Manejo

A resistência genética ao ergot ainda é limitada. Assim, as principais estratégias de manejo envolvem o escape cultural, com priorização de semeaduras mais precoces em regiões sujeitas a frio intenso, permitindo que o florescimento ocorra sob temperaturas superiores a 20 °C.

O manejo também deve incluir o uso de sementes certificadas e tratadas, além da adoção de boas práticas agronômicas para reduzir fontes de inóculo. Em situações de condição ambiental favorável durante a antese, a aplicação preventiva de fungicidas pode contribuir para o controle da doença.

Aplicações preventivas de tebuconazol na dose de 200 g i.a./ha podem apresentar eficiência superior a 90% (Pinto et al., 2003).

Doenças de colmo e raiz

As doenças de colmo e raiz representam importantes ameaças à estabilidade produtiva da cultura do sorgo no Brasil, especialmente em safrinhas das regiões do Cerrado e Nordeste, onde condições de estresse hídrico e altas temperaturas favorecem a ocorrência de infecções na base das plantas (Casela et al., 2013).

5. Fusariose ou podridão vermelha do colmo (Fusarium spp.)

Doença comum em todas as regiões produtoras de sorgo no Brasil, com maior expressão em condições tropicais, podendo comprometer a integridade dos tecidos do colmo e predispor as plantas ao tombamento.

Etiologia

Causada principalmente por Fusarium moniliforme. O patógeno sobrevive em restos culturais no solo, sementes infectadas e hospedeiros alternativos, principalmente gramíneas. A infecção é favorecida pela ocorrência de ferimentos nas raízes, causados por insetos, nematoides ou danos mecânicos.

Sintomas

Os sintomas tornam-se mais evidentes após o florescimento, quando as plantas passam a apresentar seca precoce e maior predisposição ao tombamento. Internamente, os tecidos do colmo adquirem coloração avermelhada, enquanto a medula se desintegra, permanecendo apenas os vasos intactos.

A doença também pode afetar as raízes, além de causar podridão de sementes e plântulas nas fases iniciais de desenvolvimento.

Foto 5 - Lesões em colmo causadas por fusariose (Fusarium spp.) | Foto: Vinícius Alencar.

Epidemiologia

A doença é favorecida por temperaturas elevadas, entre 25 °C e 30 °C, associadas a condições de umidade moderada a alta e à presença de ferimentos na base do colmo e das raízes. A disseminação ocorre por conídios transportados pelo vento e pela chuva, além da permanência do inóculo em restos culturais e no solo.

Manejo

A principal estratégia de manejo consiste na adoção integrada de práticas culturais adequadas. Recomenda-se o uso de sementes certificadas associadas a um tratamento de sementes eficiente, além da semeadura em época favorável para a cultura e utilização de população adequada de plantas.

A adubação equilibrada, especialmente em nitrogênio e potássio, também contribui para reduzir a severidade da doença. Deve-se evitar o cultivo em áreas com histórico de nematoides, principalmente Pratylenchus spp., além de realizar o manejo de insetos que possam causar ferimentos nas plantas.

O manejo adequado das doenças foliares também é importante, pois reduz a exaustão fisiológica do colmo. Além disso, solos compactados favorecem a severidade da fusariose.

6. Podridão seca do colmo (Macrophomina phaseolina)

Doença de colmo e raiz de grande importância em condições de seca e altas temperaturas na cultura do sorgo, especialmente em safrinhas do Brasil Central, na região do Cerrado.

Etiologia

Causada pelo fungo Macrophomina phaseolina, patógeno polífago com ampla gama de hospedeiros, superior a 500 espécies. O fungo forma microescleródios pretos, com tamanho entre 50 e 150 μm, que sobrevivem no solo por vários anos - de 3 a 12 anos em condições secas.

O inóculo primário pode estar presente em restos culturais, no solo ou em sementes contaminadas. O patógeno não produz esporos aéreos, e a infecção ocorre principalmente via raízes ou pela base do colmo.

Sintomas

A infecção possui caráter sistêmico, promovendo a desintegração interna das raízes e da base do colmo. A medula torna-se fibrosa, escura e desintegrada, permanecendo apenas os feixes vasculares associados à presença de microescleródios pretos característicos, conferindo aspecto de “carvão” ou “cinza”.

As plantas apresentam seca precoce, enfraquecimento do colmo e maior predisposição ao tombamento ou acamamento durante o enchimento de grãos. Externamente, também podem ser observados sintomas de seca foliar e redução no enchimento dos grãos.

Foto 6 - Entre os sintomas estão a morte prematura da planta (A) e a dilaceração das fibras do colmo (B), com a presença de pontos escuros visíveis. Destaca-se também a estrutura de reprodução de picnídios de Macrophomina phaseolina (C) | Fotos: Fernando Coa (A e B) e Élcio Alves (C).

Epidemiologia

A doença é favorecida por altas temperaturas, entre 30 °C e 37 °C, associadas ao déficit hídrico no solo durante o enchimento de grãos. Nessas condições, o estresse hídrico favorece a atuação oportunista do patógeno em plantas debilitadas.

A disseminação ocorre principalmente via solo e restos culturais, sendo considerada limitada em comparação a doenças com disseminação aérea. A severidade tende a ser maior em safrinhas tardias, solos leves ou de baixa fertilidade e em cultivares suscetíveis.

Manejo

As principais estratégias de manejo envolvem práticas culturais voltadas à redução do estresse hídrico nas plantas, como a realização da semeadura em época adequada para favorecer o escape da seca e, quando possível, o uso de irrigação suplementar.

Também é recomendada a utilização de híbridos mais tolerantes ao estresse hídrico e com sistema radicular mais profundo. Há relatos de resistência genética parcial em algumas linhagens, incluindo o híbrido 50A60, que apresenta boa tolerância à doença.

O histórico da área também deve ser considerado, especialmente em locais com elevada severidade da doença em culturas suscetíveis, como a soja. Além disso, solos arenosos e compactados favorecem o aumento da severidade da podridão por Macrophomina.

Considerações finais sobre o manejo de doenças no sorgo

O manejo integrado de doenças na cultura do sorgo no Brasil exige uma abordagem holística, baseada na interação entre patógeno, ambiente e hospedeiro, com forte ênfase no conhecimento da sensibilidade específica de cada híbrido às principais doenças da cultura. A observação contínua das condições climáticas - especialmente temperatura, umidade relativa do ar, período de molhamento foliar e déficit hídrico - é fundamental para a adoção de estratégias de manejo mais assertivas e oportunas.

Entre as principais práticas recomendadas estão a semeadura em época adequada para favorecer o escape de estresses climáticos, a adubação equilibrada - evitando excessos de nitrogênio, que favorecem doenças foliares e de colmo -, a rotação soja-sorgo, a eliminação de plantas voluntárias e a escolha de híbridos com níveis adequados de resistência ou tolerância.

O uso racional de fungicidas, principalmente triazóis, estrobilurinas e misturas, deve ser adotado de forma complementar e preventiva, com aplicações baseadas no monitoramento da lavoura, considerando fatores como severidade foliar superior a 5-10% ou elevado risco climático.

Dessa forma, a combinação entre resistência genética robusta, práticas culturais adequadas e uso estratégico de fungicidas em momentos críticos é essencial para maximizar a durabilidade da resistência, minimizar perdas produtivas e contribuir para a sustentabilidade econômica e ambiental da cultura, especialmente em um cenário de expansão acelerada da área cultivada e aumento da demanda por grãos destinados à produção de etanol e à exportação.

 

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Autores

  • Lucio S. Elias, agrônomo de campo Pioneer®;
  • Vinicius Alencar, agrônomo de campo Pioneer®.

Referências

CASELA, CR; FERREIRA, AS; PINTO, NFJA. Doenças na cultura do sorgo. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2009. 35 p. Embrapa Milho e Sorgo. Circular Técnica, 124.

CASELA, CR; SANTOS, FG; FERREIRA, AS. Manejo integrado de doenças do sorgo. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2013. 14 p. Embrapa Milho e Sorgo. Circular Técnica, 89.

CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento). Acompanhamento da safra brasileira de grãos. Brasília: CONAB, 2026. Disponível em: <https://www.conab.gov.br>.

EMBRAPA. Cultivo do Sorgo. 3. ed. Sete Lagoas: Embrapa Milho e Sorgo, 2007. Sistemas de Produção, 2.

PINTO, NFJA. Controle químico da doença açucarada do sorgo. Summa Phytopathologica, Botucatu, v. 29, n. 3, p. 281-283, 2003.

REIS, EM; MANTLE, PG; CASA, RT. Ergot: a doença açucarada do sorgo. Passo Fundo: Famivest, 2005. 94 p.

UNEM (União Nacional do Etanol de Milho). Dados setoriais: produção e usinas de etanol de milho no Brasil. 2026. Disponível em: <https://etanoldemilho.com.br/dados-setoriais>. Acesso em: 12 maio 2026.